RECURSOS DE ENSINO

"O Senhor é o meu Pastor e nada me faltará" Davi

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quarta-feira, 2 de maio de 2012

SUGESTÃO DE ATIVIDADE PARA DISCUTIR O PAPEL DA MÃE


A obra de literatura infantil,  “Se as coisas fossem mães”, da saudosa escritora Sylvia Orthof é uma ótima opção de leitura para estimular uma  discussão sobre o papel da mãe.
A escritora conseguiu  traduzir em palavras muito daquilo que as mães representam. Vejam que lindo  texto:

“Se as coisas fossem mães”

Se a lua fosse mãe, seria mãe das estrelas,
O céu seria sua casa, casa das estrelas belas.

Se a sereia fosse mãe, seria mãe dos peixinhos,
o mar seria um jardim, e os barcos seus caminhos.

Se a casa fosse mãe, seria mãe das janelas.
Conversaria com a lua sobre as crianças estrelas,
falaria de receitas, pasteis de vento quindins,
emprestaria a cozinha pra lua fazer pudim.

Se a terra fosse mãe, seria a mãe das sementes,
pois mãe é tudo que abraça, acha graça e ama a gente.

Se a fada fosse mãe, seria mãe da alegria,
Toda mãe é um pouco fada, nossa mãe fada seria.

Se uma bruxa fosse mãe, seria mamãe gozada:
Seria mãe das vassouras, da família vassourada.

Se a chaleira fosse mãe, seria mãe da água fervida.
Faria chá e remédio para as doenças da vida.

Se a mesa fosse mãe, as filhas sendo cadeiras,
sentariam comportadas, teriam “boas maneiras”.

Cada mãe é diferente, mãe verdadeira ou postiça,
Mãe vovó e mãe titia, Maria, Filó, Francisca,
Gertrudes, Malvina, Alice, toda mãe é como eu disse.

Dona mamãe ralha e beija
erra, acerta, arruma a mesa.
cozinha, escreve, trabalha fora,
ri esquece, lembra e chora,
traz remédio e sobremesa.

Tem até pai que é “tipo mãe”...
esse, então, é uma beleza!

Após ler o livro, pode-se discutir o texto com as crianças. Nada de questionários para elas responderem sobre a história. Isto assassina o texto. Ao contrário, seguido da discussão, podem dramatizar, desenhar, recortar, colar gravuras, escrever um poema ou outra atividade relacionada ao tema, de acordo com o desenvolvimento dos alunos.

Uma receita de tinta ótima para pintura em papel de cor clara e encorpado:

Fazer um mingau com 1 litro de agua e 2 colheres das de sopa bem cheia de amido de milho. Apague o fogo e acrescente sabão em pó (deixa a tinta brilhante). Dividir em porções e colocar em frascos com tampa. Colorir o mingau com gotas de tinta xadrez ou anilina solúvel em água para dar a cor desejada. Fazer as cores primárias: vermelho, amarelo e azul. Com a mistura de azul e amarelo teremos o verde. Vermelho mais amarelo dá o laranja. Azul e vermelho da o roxo. Com essa tinta é ideal para papel mais encorpado tipo cartolina, pede-se pintar utilizando objetos como pentes, espuma, os dedos, para fazer texturas.     
   



domingo, 29 de janeiro de 2012

Lixo: responsabilidade de todos

Objetivo - Entender os problemas causados pelo excesso de consumo.

Conteúdos - Problemas ambientais decorrentes da produção de materiais.
- Composição e destino de resíduos sólidos.

Anos 3º ao 5º.

Tempo estimado Sete aulas.

Material necessário Cópias da planta baixa de uma casa ou apartamento, reportagens "Um Oceano de Plástico" e "Sopão de Plástico", vídeo Preserve Seu Planeta, globo terrestre e material para pesquisa (sites da internet, livros, revistas etc.) sobre produção de resíduos, consumo desenfreado e poluição ambiental.

Flexibilização Para trabalhar com um aluno com deficiência auditiva (que faz leitura orofacial e não está alfabetizado), na 1ª etapa, posicione-o em um lugar de onde ele veja bem o professor e todos os colegas. Recorra à vontade aos estímulos visuais (gesticulação, apresentação de imagens etc.). E priorize sua participação em momentos de produção como a confecção dos cartazes.

Na terceira etapa, o aluno pode fazer a pesquisa requisitada junto ao AEE, selecionando imagens pertinentes ao tema para apresentá-las à turma.

Na quarta etapa, peça que o aluno com deficiência faça o registro por meio de desenho.

Desenvolvimento 1ª etapa Apresente a planta baixa de uma casa ou apartamento para a turma (você pode recorrer a panfletos distribuídos por imobiliárias). Organize os alunos em equipes de quatro integrantes e solicite que analisem a imagem, listando os bens de consumo que normalmente estão presentes em cada cômodo, conforme a tabela abaixo.

Cômodo
Materiais
Destino após uso
Quantidade descartada todos os dias
Total de materiais descartados todos os dias

A intenção é levar a garotada a pensar sobre a quantidade de produtos que uma família consome. Peça que os alunos imaginem que destino é dado a esses produtos e a tudo mais que costumamos jogar no lixo todos os dias. E informe que, durante uma semana, eles farão um trabalho em casa: contar a quantidade de embalagens descartadas nesse período (os dados obtidos devem ser anotados na tabela).

Após o levantamento, diga para somarem os números apurados individualmente, chamando a atenção da classe para o fato de que esse total é influenciado por muitas variáveis, como o número de pessoas na casa, os hábitos de consumo e o poder aquisitivo da família, entre outras. Em seguida, solicite que os estudantes discutam dentro de suas equipes quais podem ser os problemas provocados pelo acúmulo dos materiais descartados. Quais seriam as consequências desse acúmulo para o meio ambiente? Ajude-os a organizar as respostas em cartazes e fixá-los em um lugar bem visível na sala, como forma de socializar as informações. Esses cartazes podem estar agrupados por ambiente impactado (urbano, rural, manguezal, ambiente aquático etc.). Exemplo: entre as consequências para o ambiente urbano, espera-se que as crianças citem sujeira espalhada pela rua, entupimento de bueiros e enchentes, entre outras.

2ª etapa Apresente a reportagem "Um Oceano de Plástico", que trata do acúmulo de resíduos plásticos em uma área remota do Oceano Pacífico. Depois de assistir ao vídeo, questione se os resíduos sólidos que aparecem na matéria estão incluídos na lista de materiais que descartamos todos os dias. Em seguida, peça que os alunos localizem no globo terrestre a região discutida e pergunte de quem é a responsabilidade pelo acúmulo de sujeira naquele local tão distante. Registre as respostas no quadro. Agora, exiba o trecho do vídeo Preserve Seu Planeta que vai de 3min10 a 3min50 para que os alunos identifiquem o caminho percorrido pelo lixo no oceano. Ao final da exibição, pergunte: "Vocês acham que parte da responsabilidade por essa situação é nossa, ainda que estejamos tão longe daquele local?".

3ª etapa Distribua os quatro últimos parágrafos da reportagem "Sopão de Plástico" (lembre-se de informar que polímeros plásticos são o resultado de parte da decomposição de plásticos e que disruptoras endócrinas são substâncias nocivas à saúde). Terminada a leitura, certifique-se de que os alunos entenderam qual é sua parcela de responsabilidade pela degradação ambiental, mesmo estando a quilômetros e quilômetros de distância do ambiente degradado.

4ª etapa Dê início a esta etapa explicando aos alunos que os problemas ambientais não são causados apenas pelo descarte de materiais. Eles também são provocados pela fabricação desses mesmos materiais. Em seguida, divida a turma em oito grupos e peça que quatro deles façam uma pesquisa sobre a poluição provocada pela fabricação de papel, aço, vidro e plástico (um tema para cada grupo). Às outras equipes, solicite que pesquisem causas da poluição do ar, formas de reduzir o consumo de água, explicações para a poluição da água e como evitar a destruição de hábitats (de novo, um tema por equipe). Por fim, diga para compartilharem as informações apuradas e torne a exibir o vídeo Preserve Seu Planeta, agora inteiro.

Avaliação Apresente a seguinte questão: uma sonda será lançada ao espaço e levará informações sobre a Terra. Você ficou responsável por escrever uma carta sobre os problemas causados pelo consumo exagerado de bens e suas possíveis soluções.
Consultoria: Luisiana Carneiro
Bióloga e tutora do Programa Ciência e Tecnologia com Criatividade da Sangari Brasil, em São Paulo.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Incentivo à Leitura e apropriação da escrita

SUGESTÕES DE ESTRATÉGIAS PARA O INCENTIVO À LEITURA E A APROPRIAÇÃO DA ESCRITA



                                                                                  Profª Maria Simões de Brito

O ensino da língua escrita, desde a fase inicial e no decorrer de toda a Educação Básica, deve contemplar a oralidade, a leitura e a escrita. Com a finalidade de incentivar o desenvolvimento dessas habilidades nos alunos, nessa área do conhecimento, apresentaremos sugestões de algumas estratégias de ensino que poderão ser desenvolvidas nas turmas iniciais do Ensino Fundamental e também na disciplina de Metodologia do Ensino de Português e Alfabetização em Cursos de Formação de Professores, desse nível de escolarização. As estratégias a seguir, estão sendo desenvolvidas  junto aos alunos do 3º ano do Curso de Formação de Docentes, no Instituto de Educação Estadual de Maringá, na disciplina de Metodologia do Ensino de Português e Alfabetização. As sugestões que seguem podem também serem desenvolvidas em turmas do 3º ao 5º ano, conforme os objetivos do  professor.

Texto escolhido: “A curiosidade premiada” da autora Fernanda Lopes de Almeida, editado pela Ática.

Encaminhamento 1: 

  • Apresentação do livro e leitura do texto pelo (a) professor (a), seguidas da discussão da história.
  • Organização da turma em 5 grupos.
  • Cada grupo tem 15’ para imaginar, discutir e registrar as características físicas e psicológicas da personagem a ele atribuída pelo professor:
- grupo 1: Glorinha
- grupo 2: D. Domingas
- grupo 3: mãe de Glorinha
- grupo 4: professora de Glorinha
- grupo 5: cozinheira da família  

  • A seguir cada grupo apresenta oralmente o que registrou sobre a caracterização da personagem.
Encaminhamento 2 

  • Ainda em grupos, os alunos escrevem uma carta coletiva, imaginária, à personagem caracterizada. Concluída a tarefa, cada grupo apresenta oralmente a carta que escreveu.
  • Após a tarefa realizada, foram selecionadas as produções de 2 grupos com a finalidade de ensinar às professorandas, como poderão intervir nas produções das crianças, destacando as características desse gênero de escrita, reestruturando e⁄ou ampliando o texto, coletivamente, de acordo com as produções apresentadas pelos alunos. 
A seguir destacaremos os resultados dos trabalhos apresentados por 2 grupos: 

Grupo 2:
Personagem: D. domingas

Características físicas:

60 anos de idade, acima do peso, olhos castanhos, cabelos crespos e castanhos, bem vestida, usa óculos.

Características psicológicas: observadora, paciente, atenciosa, educada, prestativa, carinhosa, inteligente e zelosa.

Carta produzida pelo grupo sem correção:
Cara Domingas

É com grande estima que vimos através desta parabenizá-la pelo seu empenho de aconselhar a família de Glorinha a esclarecer melhor suas dúvidas.

(não escreveram seus nomes encerrando a carta)

Grupo 5:
Personagem: Cozinheira da família

Características físicas: Rechonchuda, cabelos grisalhos, usa lenço na cabeça, usava avental de bolinhas, canta enquanto cozinha.

Características psicológicas: impaciente, agitada, amorosa. 

Carta produzida pelo grupo sem correção: 

Maringá, 31 de agosto de 2011.

 Saudações

 Olá D. Cotinha tudo bom com a senhora?
 E aí anda fazendo muitos quitutes?
 Ficamos sabendo sobre as mudanças em relação à Glorinha, isso é muito bom! Conta aí qual foi o segredo de você permitir a entrada dela na sua cozinha, Soube que até feijão ela anda fazendo, achei sua atitude muito legal. Continue assim nos surpreendendo, um grande abraço, lembranças à família. Aguardo anciosa por notícias.

Deus abençoe.

Beijos

Simone, Celina, Bernardina, Silvana, Marfiza.

Observação:

Na próxima oportunidade estaremos publicando os encaminhamentos realizados nas aulas subsequentes, com a finalidade de demonstrar algumas possibilidades de contribuir para a melhoria da escrita dos alunos recorrendo-se ao exercício da ampliação ou reestruturação dos textos produzidos pelos alunos, anteriormente demonstrados.

Essas estratégias, além de ensinar aos alunos do curso, encaminhamentos que poderão utilizar no ensino da língua escrita, nas séries iniciais do Ensino Fundamental, certamente contribuirão para a melhoria de sua própria escrita.

ATENÇÃO:

Caso algum colega utilize essas dicas em suas aulas, por gentileza, nos comunique os resultados do seu trabalho, com as devida identificação por e-mail, (nome do professor, local, escola, curso, turma e disciplina) que teremos o maior prazer em publicar em nosso blog, seus resultados, caso seja o seu desejo e se você nos autorizar.

Obrigada

Maria Simões de Brito

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Atividades que contribui para o desenvolvimento da motricidade dos alunos na faixa etária de 6 a 8 anos

Pega-pega americano, mãe da rua e fugi-fugi

Marcelo Jabu* Nova Escola

Introdução
Dentro do universo de jogos e brincadeiras infantis, os jogos de corrida e perseguição constituem um segmento muito importante para o desenvolvimento da motricidade e também uma modalidade de atividade lúdica muito apreciada pelas crianças dessa faixa etária (6 a 8 anos).

Os três jogos propostos aqui mobilizam as habilidades de perseguir e fugir, em três contextos com características diferenciadas, a saber:
•No pega-pega americano, a trajetória de corrida de pegador e fugitivos é multi-direcional, ou seja, os deslocamentos acontecem em todas as direções possíveis.
•No mãe da rua, a trajetória do pegador é multi-direcional, mas as trajetórias dos fugitivos acontecem apenas em um sentido, de uma calçada para a outra.
•No fugi-fugi, a trajetória de corrida de pegador e fugitivos ocorre no mesmo sentido, mudando apenas a direção.

A realização desse tipo de atividade se justifica também pelas restrições de utilização do espaço impostas às crianças de hoje, principalmente para aquelas que moram em zonas urbanas.

Objetivos
•Reconhecer a existência de regras nos jogos vivenciados.
•Obedecer as regras com o auxílio do professor.
•Explicar as regras dos jogos verbalmente para outras pessoas.
•Realizar os movimentos básicos de correr, desviar, frear e equilibrar-se.

Conteúdos específicos
•Jogos de corrida e perseguição.
•habilidades motoras de correr, desviar, frear, equilibrar, além de capacidades físicas de velocidade, flexibilidade e resistência.

Ano
1º ao 3º ano
Tempo Estimado

Seis aulas de 40 minutos, subdivididos em 10 minutos para a roda de conversa inicial, 20 minutos para a vivência do jogo e os últimos 10 minutos para roda de conversa.

Material necessário
•Espaço físico plano e desimpedido (quadra, pátio, rua, praia ou similar).
•Lousa e giz.

Desenvolvimento das atividades
Em todas as aulas, inicie o encontro mostrando aos alunos como o jogo vai se desenvolver. Desenhe um diagrama simples na lousa, mostrando os limites de espaço a serem utilizados e o posicionamento das crianças. É interessante dar referências do espaço e representar os tipos de movimentos possíveis na atividade. Explique também as regras.

A seqüência didática está organizada em três conjuntos de duas aulas. Cada um dos jogos é vivenciado numa primeira aula e repetido na aula seguinte, visando a apropriação das regras e dos movimentos básicos por todo o grupo.

1ª e 2ª aulas
Pega-pega americano
Regras
Um jogador é escolhido como pegador, e os demais fogem dentro dos limites estabelecidos previamente. Quando um jogador é pego, ele deve ficar parado no lugar em que foi pego até ser salvo por algum outro jogador.

Para salvar um colega pego, o jogador deve agachar e engatinhar por entre as pernas desse jogador. É importante esclarecer que nenhum jogador pode ser pego pelo pegador enquanto estiver salvando algum colega.

O vencedor do jogo é aquele pegador que conseguir imobilizar todos os fugitivos, numa mesma rodada.

Atenção: é importante orientar os alunos sobre a forma segura de pegar os fugitivos, utilizando apenas o toque de mão em alguma parte do corpo do colega, evitando tocar a região do rosto e dos cabelos ou agarrar e segurar os jogadores fugitivos, o que poderá causar acidentes.

Periodicamente, interrompa a partida e torque o pegador, para garantir que ao longo das duas aulas todos os alunos passem pelas funções básicas do jogo: pegador e fugitivo/salvador.

3ª e 4ª aulas
Mãe da Rua
Regras
O espaço em que será realizado é delimitado por duas linhas paralelas com a distância de mais ou menos 8 metros entre elas, simulando o espaço de uma rua com duas calçadas.

As crianças se posicionam atrás de uma das linhas e ficam voltadas na direção do espaço entre elas. Um jogador é escolhido como pegador e se posiciona no centro do espaço de jogo.

O desafio para os fugitivos é atravessar o campo de jogo entre uma calçada e outra sem ser tocado pelo pegador, caso isso aconteça o jogador pego assume essa função, e o pegador passa a ser fugitivo.

Você pode propor uma regra que torna o jogo mais desafiante para todos os participantes: os jogadores fugitivos que deixarem uma das calçadas em direção ao campo não podem mais retornar para a calçada de onde saíram, tendo que tentar a travessia do campo.

Essa regra é um pouco difícil de ser seguida de pronto por crianças dessa idade pois envolve um controle corporal e uma leitura das velocidades e das distâncias entre os jogadores que é um pouco complexa. No entanto, é justamente a construção dessas noções de distância e velocidade o objeto principal de aprendizagem que o jogo promove nos jogadores.

Um desdobramento do grau de complexidade do jogo pode ser proposto na segunda aula de vivência do jogo, com a alteração de um detalhe da regra: o jogador que é pego se transforma em pegador, mas quem o pegou continua exercendo essa função, ou seja, a cada jogador pego aumenta o número de pegadores. Conseqüentemente, o espaço de fuga vai se tornando cada vez menor e o desafio para os fugitivos vai se tornando cada vez mais complexo.

Também aqui, cuide para que todos os jogadores possam vivenciar as funções de pegador e de fugitivo.

5ª e 6ª aulas
Fugi-fugi
O espaço para o jogo é delimitado num retângulo de 15 x 10 metros, aproximadamente. Essa medida pode variar um pouco em função do número de alunos e do espaço físico disponível. Se no início da atividade o educador perceber que o espaço está muito congestionado ou que os jogadores estão ficando muito distantes entre si, faça um ajuste nas medidas.

Um jogador é escolhido pegador e se posiciona atrás de uma das linhas do lado menor do retângulo. Os demais jogadores (os fugitivos) se posicionam atrás da linha, do lado oposto do campo onde está o pegador.

O desafio dos fugitivos é atravessar correndo o campo de jogo sem serem pegos, até a extremidade oposta do campo, a cada rodada. No início de cada rodada, o pegador, de sua posição inicial, grita a todos: "Lá vou eu!!!" Ao que os fugitivos respondem em coro: "Fugi-fugi!!!" e imediatamente partem para a travessia do campo de jogo.

Também aqui, ao jogador que entra no campo não é mais permitido voltar para trás da linha de fundo. Os jogadores que forem pegos se transformam em pegadores fixos, na posição do campo em que foram pegos, tornando-se auxiliares do pegador principal.

A cada rodada, repetem-se os avisos de "Lá vou eu!" e "Fugi-fugi!" antes de cada período de fuga e perseguição. Ao longo da partida, o espaço vai sendo ocupado por um número maior de pegadores fixos, e é declarado vencedor o jogador que conseguir se manter ileso até a rodada final.

Fique atento para o caso de um pegador escolhido não conseguir realizar seu propósito, tornando o jogo desinteressante para si e para o grupo. Nesse caso, escolha um segundo pegador para auxiliar o pegador principal.

Avaliação
Ao final de cada aula, reúna os estudantes numa roda de conversa para vocês avaliarem juntos os avanços conquistados e as dificuldades que foram enfrentadas durante a vivência dos jogos. Embora exista a possibilidade de um vencedor final, é pouco provável que isso ocorra nessa faixa etária. Atenção: saber quem foram os vencedores também é pouco eficiente, uma vez que a sensação mais efetiva é vivida pela criança a cada êxito alcançado no ato de conseguir pegar ou conseguir escapar.

* Marcelo Jabu é professor de educação física.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/planos-aula/ult3900u370.jhtm

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Como fazer uma boneca de fuxico de tecido e chaveiro


Parte 1 



Parte 2



Parte 3



Parte 4



Parte 5



Parte 6



Parte 7



Parte 8



Parte 9

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Sugestão para a primeira aula do ano letivo


Público alvo: Turmas de 5ª a 8ª séries do Ensino Fundamental ou Ensino Médio.

Materiais:
  • Caixas de formas e tamanhos diversificados;
  • Papel sulfite;
  • Lápis grafite;
  • Lápis de cor ou giz de cera.
Objetivos:

Avaliar a importância do respeito às diferenças individuais para uma boa convivência entre os colegas, educadores, respeitando-se mutuamente.

Procedimentos:
  1. Dispor algumas caixas de diferentes formas e proporções sobre a mesa do professor e organizar os alunos em carteiras enfileiradas; 
  2. Oferecer a cada aluno uma folha de papel sulfite; 
  3. Solicitar que observem as caixas sobre a mesa e as representem através de desenhos na folha de sulfite (fica mais interessante se colorirem os desenhos); 
  4. Com os desenhos feitos pelos alunos, compor um painel colando as folhas em um único papel ou expô-los em varal; 
  5. Reorganizar os alunos em círculo para facilitar a apreciação dos desenhos e a discussão; 
  6. Os alunos sairão de seus lugares para apreciarem os desenhos;
  7. Quando todos retornarem aos seus lugares, solicitar que espontaneamente cada um relate o que observou. É interessante o professor destacar pontos dos desenhos que os alunos não observaram como: as cores utilizadas, tonalidade e intensidade das cores, perspectivas... 
  8. Discutir os pontos levantados pelos alunos destacando que, apesar de o objeto da tarefa ser o mesmo para todos, cada um desenhou de acordo com sua própria perspectiva. A seguir, estabelecer um paralelo entre as diferenças observadas na representação dos desenhos e os diferentes modos de ser de cada pessoa, bem como a necessidade que todos têm de respeitar e ser respeitado em sua individualidade. Cada um tem o seu modo de ser, de pensar, de valorizar as coisas, de falar, de sentir, de se vestir, enfim, embora sejamos seres igualmente humanos, ao mesmo tempo somos diferentes uns dos outros em vários aspectos. Enquanto uns apreciam dias chuvosos, por exemplo, outros preferem dias ensolarados. Uns gostam de azul, outros de amarelo. E assim por diante.
Ninguém é melhor ou pior por ser deste ou daquele jeito.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Sugestão de leitura e interpretação de texto

Dormir fora de casa

Por Ronaldo Simões Coelho

A menina ficou entusiasmada com o convite.
Ia passar o dia na casa da colega e dormir fora de casa pela primeira vez.
Preparou a bagagem. Encheu uma sacola, que a mãe examinou.
Havia camisola, escova de dentes, brinquedos.
A mãe tirou umas coisas e colocou outras.
Bem feliz, carregando sua boneca preferida, a menina partiu.
Passou um dia muito bom. Brincaram de casinha, de escola, de macaco-disse.
Pularam corda, viram desenho animado na televisão. Tomaram sorvete, tomaram banho.
A noite foi chegando...

Dormir fora de casa não estava lhe parecendo, agora, tão bom como havia pensado. Estava com vontade de chorar. Ficou meio triste. Meio sem graça. Queria sua cama, suas coisas.
Fez uma carinha boa e pediu:
_ Posso telefonar para minha mãe?
Mamãe havia saído. O jeito era agüentar firme.
Distraiu-se com os brinquedos.

O sono chegou devagarinho. Dormiu abraçada à sua boneca, falando baixinho no seu ouvido: _ “Pode dormir sossegada, que eu estou aqui com você.”

fonte: (Dormir fora de casa. Editora FTD, São Paulo)

Sugestão de atividade

Público alvo: alunos do 2º ano do ensino fundamental de 9 anos.
Este texto poderá ser trabalhado da seguinte forma:

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Sugestão de Atividade: Lógica e Matemática

Jogo: Caça ao Tesouro

Categoria: Lógica e Matemática
Local de Desenvolvimento: Sala de aula ou ao Ar livre
Idade: 5 anos e acima
Material necessário: Papel, lápis, giz, um objeto qualquer
Habilidades ou Qualidades Trabalhadas: Lógica, Memória associativa, Conhecimentos gerais, Memória visual, Atenção, Ordem, Linguagem, Noção de espaço, Medidas, etc.
Formação: Crianças à vontade, em suas carteiras ou dispostas ao ar livre.
Desenvolvimento: O Orientador esconderá um ou mais objetos previamente selecionados, em um lugar secreto dentro do perímetro do pátio ou sala de aula. Em seguida, dará pistas aos alunos para que possam encontrá-los. As pistas podem ser escritas ou descritas verbalmente. Aquele que primeiro encontrar o tesouro, terá a missão de escondê-lo na próxima etapa. Com as crianças menores, poderão ser usadas pistas, como locais marcados com símbolos, cartazes afixados em pontos estratégicos, de modo que possam se guiar com mais facilidade, etc.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Sinais de trânsito



Objetivo
• Conhecer os diferentes símbolos que representam sinais de trânsito e identificar para que servem.

Material a ser utilizado
• Placas de sinalização. Podem ser tiradas de um manual de auto-escola ou da internet. O professor pode confeccioná-las também em cartolina.

Procedimentos
• O professor deve inventar/criar uma história que permita a inserção do uso de placas de sinalização. Por exemplo:
“João Paulo e os seus pais estavam viajando de carro; no meio da viagem se depararam com a seguinte placa.”
• O professor vai mostrando as placas para que os alunos as identifiquem e expliquem o significado de cada uma delas.
• Terminando a história, proponha para a turma reproduzir placas, criar novas placas de trânsito ou de sinalização a fim de colocá-las na própria escola.

Orientações para o professor
• Proponha uma visita ao departamento de trânsito da sua cidade.
• Duração da atividade: 3 ou 4 aulas.

domingo, 30 de maio de 2010

Sugestão de Jogo e brincadeira


Hoje estamos propondo dois jogos que possibilitam a vivência dos alunos em grupo. Nesta oportunidade os mesmos podem desenvolver a concentração, agilidade, destreza, ritmo, prontidão e desinibição.

A primeira opção é o jogo das articulações.

Vá nomeando cada articulação e as crianças a movem, sem fazer força. Depois, divididas em grupos, elas exploram o movimento de uma articulação escolhida entre elas e mostram o resultado aos demais.


A segunda opção é uma brincadeira onde os alunos contam histórias. Você diz uma frase e os estudantes vão alimentando o enredo. Você pode também contar uma história e pedir que eles, de olhos fechados, a imaginem. Trabalhe os sentidos dizendo “sintam esse cheiro”, “toquem esse objeto” etc.

Use a criatividade e bom trabalho.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Escrita Surpresa


Sugestão de recurso didático e Estratégia de Ensino elaborada pela Profª Maria Simões de Brito 

Materiais:

Tiras de papel sulfite de 8 x 20cm;
Anilina na cor escolhida;
Vela comum;
Uma bacia pequena com 1 litro de água.

Desenvolvimento da atividade:

O professor escreve nas tiras de sulfite com a vela (em caixa alta), palavras encontradas nos textos estudados ou outras com a finalidade de desafiar as crianças. Estas palavras não devem ser escritas na presença dos alunos.
Para realizar a atividade, cada criança recebe uma ficha contendo a palavra invisível, ou seja, a palavra escrita com a parafina da vela.
Organiza-se a turma em duplas ou grupos de 4 (quatro) crianças.
A seguir, cada aluno coloca sua ficha numa bacia de água dissolvida com anilina. Nesse momento, o contato da parafina da vela com a anilina dissolvida na água, torna a palavra escrita visível.
A medida que os alunos vão colorindo as tiras de sulfites onde estão escritas as palavras, as mesmas deverão ser colocadas sobre jornais para secar.
Quando elas estiverem secas, cada grupo retira as suas tiras, contando o número de letras do seu próprio nome que aparece na palavra que o aluno escreveu.
A partir dos nomes dos alunos escritos, outros nomes próprios e palavras podem ser escritos. Nesta etapa, o professor soma e confere os pontos de cada grupo.
As palavras encontradas podem ser utilizadas na confecção de cartazes, agrupando-as de acordo com algum critério escolhido pelo professor.
Finalizando, cada equipe expõe seu trabalho.

Obs.: sugere-se que todos os cartazes sejam copiados pelos alunos.

Variação da atividade:


Utilizando-se os mesmos materiais, ao invés de escrever, o professor faz em cada tira de sulfite um desenho simples. Cada aluno passa sua tira na água com anilina.
Depois de seco, cada um escreve ao lado do desenho, a palavra correspondente.
Ao desenhar nas tiras, o professor deve deixar um espaço para que os alunos possam escrever palavras correspondentes aos desenhos.
Estes desenhos e palavras podem estar relacionados com as mais diversas temáticas, alimentos, matérias ou objetos de higiene pessoal, materiais escolares, objetos de cozinha, e assim por diante.

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Atividade de Matemática para 2º Ano do Ensino de 9 Anos

Aprendendo medidas através de receitas

O objetivos desta atividade é levar o aluno a explorar os produtos utilizados na receita, como os rótulos, a data de validade, a importância do código de barras, o nome do produto, a conservação, a quantidade, o símbolo de reciclagem.
Apresentar as medidas de capacidade, importantes na utilização de qualquer receita. Fazer comparações com outras medidas.
Trabalhar a nota fiscal, o preço dos produtos nas embalagens, o nome da loja, endereço, os preços dos produtos comprados, o total da compra.
Fazer pequenos problemas brincando com os preços, fazendo pesquisas em encartes de supermercados para ver onde os produtos custam menos.

Material a ser utilizado

Encartes de supermercados e folhas de papel.
Canetas hidrográficas, lápis de cor, cola, giz de cera, tesoura, cartolina, fita adesiva, abridor de garrafas, pano de prato e guardanapos.
Vasilha plástica grande, colher, pratinhos, garfinhos, assadeira.
Receita: pedir para os alunos trazerem uma receita de bolo e escolher uma delas para a execução.
Ingredientes da receita.

Procedimentos

Pedir aos alunos que tragam encartes, para comparar os preços dos produtos, e montar um mural com diversos nomes de supermercados.
Pedir para que lavem bem as mãos e falar da importância da higiene na preparação de uma receita.
Forrar a mesa com um papel limpo.
Separar uma vasilha plástica grande e todos os ingredientes para o preparo.
Pedir para que observem as medidas usadas na receita e comparem as quantidades: 500 gramas é metade de 1 quilo; 500 ml é meio litro; uma dúzia de ovos equivale a 12 unidades. Utensílios e nomes usados para medir: colher de sopa, sobremesa, café, copo americano, garrafa de um litro, pitada, punhado.

Modo de fazer:

Colocar um ingrediente de cada vez numa tigela e comparar a quantidade.
Misturar todos os ingredientes até que a massa fique homogênea.
Untar a assadeira com manteiga e farinha.
Colocar a massa e levar ao forno previamente aquecido.
Quando estiver pronto tirar do forno e esperar esfriar.
Peça que observem como pode ser repartido o bolo em partes iguais para distribuir para cada um.

Orientações para o professor

É muito bom trabalhar com receitas em sala de aula, pois os alunos aprendem de um jeito lúdico, divertido e muito gostoso.
Duração da atividade: 60 minutos.

Fonte: http://www.colecaoeugosto.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=48:atividade-aprendendo-medidas-atraves-de-receitas&catid=47:6-anos-1o-ano&Itemid=18

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Sugestão para trabalhar Unidade e Dezenas

Jogo: “Dez Não Pode” – Material Dourado

Objetivos
• Desenvolver raciocínio lógico, a estimativa, arredondamento e o cálculo mental.
• Explorar com seus alunos a manipulação da caixa de Material Dourado de madeira, criado pela educadora italiana Maria Montessori.

Material a ser utilizado
• Um dado, caderno e lápis para anotações.
• Uma caixa de Material Dourado de
• madeira ou confeccioná-lo em cartolina da
• seguinte maneira:
• três quadrados de 10x10 centímetros.
• um retângulo de 15x10 centímetros.

• Com o lápis, divida cada figura em quadradinhos de 1x1 centímetro.
• Faça cópias desse material dependendo do número de alunos da classe e distribua um material para cada aluno.
• Peça que deixem dois quadrados 10x10 centímetros (placas) inteiros. Eles representarão as centenas. Recorte em quadradinhos o outro quadrado (placa).
• O quadrado formará um conjunto de 100 quadradinhos de 1x1cm. Eles representarão as unidades.
• Agora, recorte o retângulo de 15x10 centímetros, em barrinhas de 10 quadradinhos em cada uma. As 15 barrinhas representarão as dezenas.
• Peça para os alunos guardarem esse material em saquinhos plásticos ou caixinhas.
• Desenhe o material em uma cartolina para deixá-lo exposto no mural.


Procedimentos
• Peça aos alunos para pegarem uma barrinha (dezena) e cubram com quadradinhos (unidades). Depois, cobrir o quadrado (centena) com barrinhas (dezenas). Eles irão perceber que 10 quadradinhos equivalem a uma barrinha e 10 barrinhas, equivalem a um quadrado. Isto é, 1 dezena = 10 unidades e 1 centena = 10 dezenas. Peça-lhes para registrarem a descoberta no caderno.
• Em duplas, as crianças pegam um dado para o jogo e o material dourado. Um de cada vez jogará o dado e terá de pegar tantos quadradinhos quantos forem os pontos do dado.
• Quando juntar “dez quadradinhos” ele deve trocá-los pois, “Dez não pode”. Deverá trocá-los por “uma barrinha” e ganha a vez de jogar novamente.
• Se sobrarem quadradinhos, ele terá que ir jogando até juntar 10, e trocá-los novamente.
• Vence o jogo quem chegar primeiro ao número combinado ou ao término do tempo determinado. Se ultrapassar a 10 barrinhas, trocá-las por um quadrado (centena).
• Uma outra maneira de treiná-los na escrita dos números é registrar no caderno, a quantidade de pontos em cada jogada.

Orientações para o professor
• É muito bom trabalhar com material dourado, pois eles aprendem de um jeito lúdico, divertido e muito gostoso.
• Duração da atividade: 60 minutos.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Sugestão de recurso didático e Estratégia de Ensino



Atividade elaborada por Maria Simões de Brito

© Copyright 2000-2010 http://professoramariasimoes.blogspot.com - Todos os direitos reservados.

Sugestão de recurso didático e Estratégia de Ensino

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Atividade elaborada por Maria Simões de Brito
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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Sugestão para exposição de trabalhos

ROTEIRO PARA EXPOSIÇÃO DE TRABALHOS

A apresentação de um trabalho mostra a conclusão do estudo de um tema, ou parte dele, sendo de grande importância para o aluno e professor, pois representa para ambos a produção realizada.

Ao expor um trabalho em sala de aula, no pátio, em mural ou feira cultural, o professor deverá tomar alguns cuidados:
  • Foi concluído (possue todas as partes);
  • Foi restruturado;
  • Foi passado a limpo caso houve necessidade:
  • Está apresentável - limpo sem borrões, com margens, ilustrações;
  • A caligrafia (como a exposição não se limita apenas para os alunos que estudaram o tema, mas também para os de séries diferentes, considera-se necessário a utilização da letra de imprensa maiúscula (caixa alta), por ser fácil de entender e para facilitar à leitura à distância;
  • Tem roteiro de execução do trabalho. Este item é fundamental para a exposição do trabalho, pois é através dele que dar-se-á a compreensão do que será exposto.
No próprio trabalho ou anexo a ele, deverá haver o roteiro constando:
         a) título;
         b) autores (nome do aluno, série, turma);
         c) professor;
         d) data da realização do trabalho;
         e) etapas de execução (de forma clara e objetiva);
         f) referência (material utilizado para pesquisa)

  • A finalização do trabalho é de responsabilidade do professor. O aluno até poderá participar de alguns retoques como: ilustração das margens, grifos de títulos, dentre outros, mas o acabamento deverá ser feito pelo docente;
  • Tempo de Exposição: o professor deve ter o cuidado para que o trabalho não fique exposto por muito tempo, de forma que comece a deteriorar ou ser destruído por outras pessoas.

EXEMPLO DE ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE UM TRABALHO

Desenhos inspirados no filme: "T a i n á, uma aventura na Amazónia"
Autores: alunos da 2ª série "C"
Professora: Maria Silveira Costa
Data: 14/04/2010
Este trabalho foi produzido dentro das seguintes etapas:
  • lº Apresentação do filme.
  • 2º Comentário, coleta de impressão, contextualização, interpretação oral do filme assistido, destacando os animais silvestres, a natureza e a idéia de coexistência pacífica entre homem e natureza.
  • 3º Produção de desenhos dos animais, pessoas e natureza destacados no mesmo.
  • 4º Montagem do painel.
Fonte: Sugestões elaboradas pela Supervisora de Ensino: Iraídes Fernandes Baptistone, e pela Orientadora Educacional: Vilma Maria de Oliveira Furtado.

domingo, 25 de abril de 2010

Dinâmica de sensibilização - O País Quadrado

Existem várias maneira de se trabalhar uma mesma história.
Reflita sobre as duas abordagens apresentadas logo abaixo:
  1. Abordagem da obra “O país quadrado” de maneira tradicional (leitura e compreensão);
  2. Abordagem da mesma obra de modo expressivo (contação de história com a utilização de recursos).
Reflexões sobre a literatura e a formação de leitores, abordando:

a) Desinteresse pela leitura (cultural/econômico)

b) Indicadores do Índice de leitura no Brasil;

c) Objetivo: teoria X prática, formação de leitores.

Clique na foto e faça o Download

  Fonte: http://www.4shared.com/document/G4ai9N09/O_pas_quadrado.html